MASP e PDCA são duas estratégias que buscam alcançar melhorias, otimizar processos, reduzir desperdícios e aumentar lucros. Mas, mesmo que compartilhem de objetivos  comuns, cada uma possui uma linha de ação específica. No post de hoje, vamos entender a diferença entre eles e como os dois podem se completar.

MASP

Sigla para Método de Análise e Solução de Problemas, o MASP possui oito etapas. Seu uso pode ser empregado na manutenção e em melhorias de ações de forma assertiva, organizada e eficaz. 

O MASP se divide nas seguintes etapas:

1 Identificação do problema: Nesta primeira etapa, o problema é identificado e analisado a fundo. Não se deve limitar a sintetizá-lo, é preciso delimitá-lo ao máximo.

2 Observação: A equipe, acompanhada pelo gestor, se desloca até o local onde está ocorrendo o problema. O objetivo é observar as causas potenciais e coletar informações relevantes.

3 Análise: Neste momento, são consideradas hipóteses, para uma melhor compreensão do problema. Para tanto, são estudados casos, observadas estatísticas, elaborados relatórios e observados outros dados disponíveis.  

4 Plano de ação: Descobertas as causas do problema e como ele se manifesta, pode-se pensar em formas para solucioná-lo, com a elaboração de planos de ação

5 Execução do Plano de Ação: Nesta fase, o que foi proposto no plano de ação deve ser posto em prática.

6 Verificação de resultados: Depois da implementação, devem ser analisados os resultados obtidos. Pode ser necessário realizar uma nova observação, análise ou tentativa de identificação caso o problema não tenha sido solucionado.

7 Padronização: Nesta etapa, as ações que apresentaram resultados satisfatórios são padronizadas. Isso é importante para otimizar a solução de problemas parecidos que possam vir a surgir. Também é aqui que podem ser estabelecidas ações preventivas e de melhoria contínua.

8 Conclusão: Esta última fase consiste na reflexão sobre o problema e as ações adotadas. Pode ser levado em consideração o que causou o problema e os desafios que surgiram durante a tentativa de corrigi-lo. 

PDCA

Sigla para Plan, Do, Check, Act, este conceito concentra-se na melhoria de processos internos, baseando-se reaplicação de suas etapas. Por isso é conhecido como Ciclo PDCA.

Possui 4 fases bem definidas, que são:

1 Plan – Planejar: A primeira fase envolve a criação de um projeto. Este deve envolver metas, métodos e objetivos que serão empregados para solucionar o problema identificado.

2 Do – Fazer: As ações estabelecidas na etapa anterior devem ser postas em prática, de acordo com o planejamento. Caso surjam desafios durante a implementação das ações, pode ser necessário voltar ao início e refazer o planejamento.

3 Check – Checar: Ao executar os planos e ação, devem ser coletados novos dados que evidenciem a efetividade das ações adotadas, assim como o alcance das metas estabelecidas.

4 Act – Agir: Nesta última etapa, as ações que foram efetivas são consolidadas e padronizadas. Dessa forma, podem ser empregadas novamente caso problemas parecidos ocorram. Também é neste momento que se faz a prevenção de potenciais erros. Assim como a correção de erros recorrentes, que se apresentaram durante o processo ou não foram solucionados.

Aliando MASP e PDCA

MASP e PDCA podem ser combinados para potencializar os resultados, pois ambos permitem a otimização dos processos internos. Também são conceitos capazes de reduzir a ocorrência de falhas, seja em produtos, serviços, equipamentos ou tarefas. 

Implementá-los em conjunto é uma ótima estratégia para obter diferencial competitivo e alcançar excelência nas rotinas. Assim, aprimorando a gestão de qualidade e a melhoria contínua.

Inclusive, combinar os dois conceitos é uma forma de favorecer a obtenção do selo de qualidade ISO 9001. Isso porque empregar MASP e PDCA contribui para reduzir o surgimento de não conformidades – seja no fluxo de trabalho, equipamentos, produtos ou serviços. Além de ser uma estratégia inteligente para auxiliar os gestores a alcançar a excelência em suas atuações.

Empregar as duas estratégias, no entanto, exige conhecimentos profundos sobre suas etapas e características próprias, além das ferramentas características de cada etapa. Portanto, se o objetivo é encontrar a fórmula ideal para alcançar ou manter o selo ISO 9001, contar com consultoria especializada é fundamental.

A Iwankio Consulting, por exemplo, possui uma equipe de especialistas experientes para realizar esta implementação, garantindo a obtenção ou manutenção do selo. Caso queira saber mais sobre essa consultoria, entre em contato ou preencha este formulário.